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Jornal da Tarde - 21/02/2010


Os empresários da construção civil apontaram a falta de mão de obra qualificada como um dos principais problemas do setor. Entre as consequências da carência de profissionais especializados estão possíveis atrasos na conclusão das obras e falhas no acabamento. Isso é o que mostra a Sondagem da Construção Civil, nova série estatística da Confederação Nacional da Indústria (CNI).


Especialistas afirmam que o problema não será resolvido antes de três ou quatro anos (Foto: Divulgação)

Especialistas afirmam que o problema não será resolvido antes de três ou quatro anos (Foto: Divulgação)



Segundo o levantamento, divulgado recentemente, 53% dos empresários indicaram a falta de profissionais qualificados como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento do setor, atrás apenas da carga tributária.


Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sintracon-SP), reconhece que falta investimento na preparação das novas gerações de profissionais no segmento, mas afirma que o baixo salário desestimula a busca de emprego no setor por aqueles com melhor qualificação. Segundo Ramalho, o piso salarial estadual de trabalhadores com qualificação, caso de pedreiros, eletricistas e azulejistas, entre outros, é de R$ 917,40. Para os não qualificados, caso de ajudantes, o valor é de R$ 777,80.


Para ele, a falta de mão de obra qualificada leva a problemas na execução, como falhas no acabamento ou na instalação elétrica, além de atrasos na entrega. ?Em alguns casos as tarefas são executadas por trabalhadores que não estão devidamente preparados?, diz. Segundo estimativas do sindicalista, este ano devem surgir, só no Estado de São Paulo, cerca de 75 mil vagas na construção civil a serem preenchidas por profissionais qualificados, de mestres de obra a engenheiros.


Jornal da Tarde -18/02/10

 



 




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