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Folha de S.Paulo - 09/01/2006


Com a temporada de chuvas, não é raro que algumas surpresas apareçam dentro
de casa. Mas, em vez de serem encaradas como vilãs, manchas, bolhas e goteiras
podem ajudar a descobrir o que não vai bem com a estrutura e a corrigir defeitos
na impermeabilização, evitando incômodos na próxima temporada.

Segundo o
engenheiro Paulo Sérgio de Oliveira, gerente da divisão de construção da Sika
Brasil (fabricante de impermeabilizantes), quanto mais cedo o problema for
notado, menos prejuízo causará. "O custo de correção dos problemas evolui
bastante, por isso não faz sentido adiar o reparo."

A cobertura (laje ou
telhado) ocupa o topo da preocupação de quem mora em casa. Exposta a vento,
chuva e grande variação de temperatura, será a porta de entrada da água se
houver falhas na impermeabilização ou se telhas e estruturas do telhado tiverem
sido danificadas por temporais.

Se o problema estiver na laje, a
recomendação é que a impermeabilização seja refeita, com troca e proteção da
manta asfáltica.

Os sinais do problema e a solução são iguais para quem
tem terraço ou sacada. Kurt Amann, coordenador do curso de engenharia civil do
Centro Universitário da FEI, chama a atenção para um detalhe que melhora a
eficácia da proteção. "A manta deve entrar no ralo, não ficar na
beirada."

Reformas recentes (no próprio imóvel ou no do vizinho) também
podem danificar a impermeabilização ou o sistema de escoamento da água. O
publicitário Renato Borges fez alterações há quatro meses e já sente os efeitos
do aumento das chuvas. "Uma parede na entrada da casa, que faz divisa com a do
vizinho, está com manchas, bolhas e descascando."

Borges acredita que a
construção de uma varanda coberta no andar superior tenha modificado o rumo da
água que desce da calha da casa vizinha.

Olho no telhado

Em
casas que possuem telhado, a primeira inspeção deve ser visual: subir lá e ver
se o vento ou a chuva removeram ou danificaram as telhas. As danificadas são
substituídas, mas, se a infiltração persistir, deve-se colocar uma manta, que
funciona como subcobertura, por baixo das telhas. Essa tática soluciona também
falhas como inadequação da inclinação do telhado às telhas.

Outro ponto
que merece atenção é a cumeeira (peça de cerâmica no topo do telhado), que pode
se deslocar com vento e chuva.

Árvores por perto também pedem inspeção
das calhas, pois folhas levadas pela água entopem o sistema de escoamento,
causando vazamentos dentro de casa.

Nas paredes, a causa da maioria das
infiltrações é impermeabilização malfeita --ou a falta dela-- dos alicerces ou
da parede externa. Se a falha for nos alicerces, surgirão manchas ou
descascamento do rodapé a até 40 cm do chão. A seguir, especialistas ensinam o
que significa cada sinal trazido pela chuva e como corrigir os problemas.


Folha São Paulo - 09/01/06


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